Põe na adega!

Sabe aquela conversa de bouquet, nariz, retrogosto, bla, blá,blá? Pois é, nem todo mundo entende! Bom, aqui vou falar de vinho sem palavras rebuscadas, sem frescuras. Quero provar e dizer: gostei ou não gostei. E poder te contar se a compra vale a pena ou não, sempre baseada naquela relação: custo x prazer. A partir de hoje, toda semana vou fazer comentários sobre o que andei bebendo ultimamente. Vou tirar fotos, mostrar aqui, contar onde comprei ou bebi e, quem sabe, arriscar até umas harmonizações, dizendo se combina com algum prato.

Saúde! Albino armani Pinot Grigio 2012 Antes de mais nada, Beber vinhos de uma vinícola criada em 1607 é beber história. Esse vinho é equilibrado, elegante e delicado. Uma excelente opção para quem curte vinhos brancos de qualidade. A Pinot Grigio, é uma casta italiana que tem crescido bastante por aqui nos últimos anos. O brasileiro está descobrindo aos poucos e gostado muito! Sem dúvida essa é uma uva que combina bastante com o nosso clima. Afinal, é sempre bom lembrar que estamos em um país tropical, o que pede bebidas geladas. Confesso que não entendo um país com mais de 8 mil quilômetros de costa tomar tanto vinho tinto, deixando os brancos refrescantes como segunda opção.   

100% Pinot Grigio, vai bem com pratos leves à base de frutos do mar, legumes, vegetais e até saladas sempre com muito azeite. Para quem é fã de bons brancos, coloque esse pra gelar e faça bom proveito. Ah, e o melhor: custa em torno de 80 reais, mas vale a pena ficar de olho nas promoções da Decanter que, vira e mexe, ele aparece com desconto.

 

 

 

Monte Velho 2015 – Edição Manta Alentejana tinto   

A safra 2015 dos vinhos alentejanos Esporão Monte Velho é em comemoração aos 25 anos de sua primeira safra. O rótulo estampa as típicas Mantas de Monsaraz, em celebração à cultura alentejana.

As Mantas Alentejanas representam uma tradição de longos séculos no Alentejo, sendo consideradas uma arte centenária ligada à identidade da região. Inicialmente usadas pelos pastores nas épocas de frio, com o passar dos anos tornaram-se um símbolo da tapeçaria da região.

O vinho que combina as castas Aragonês, Trincadeira, Touriga Nacional e Syrah, tem aroma de frutas silvestres com notas sutis de especiarias.

Ótimo custo x benefício. O preço está sempre na casa dos dois dígitos e gira em torno de 80 reais. Este vinho pode ser encontrado em supermercados, empórios e lojas especializadas de todo o país.   

Mateus Rosé

Antes qualquer coisa, a cor é linda e a garrafa, mais ainda! Provei esse vinho quando estava no Rio de Janeiro, num calor que beirava o insuportável. Quase 44 graus! Esse é um vinho leve, fresco e jovem.  

Mateus Rosé é o tipo de vinho ideal para um aperitivo ou apenas para relaxar num fim de tarde. Se for servido bem gelado, é uma ótima alternativa a um espumante ou mesmo uma cerveja. Se vale a pena? Muito!  

Lírica Crua 

O Lírica Crua, novidade no mercado nacional é, no mínimo, ousado. O espumante pode parecer estranho para o iniciante no assunto, já que é turvo e bastante diferente dos que são vendido no mercado. É que ele, apesar de produzido através do método clássico (Champenoise), não passa pelo dégorgement, que em português é a degola, quando são retiradas as leveduras que fermentaram a bebida na garrafa. Após essa etapa, a rolha é recolocada. O Lírica também não tem rolha. Vem com tampinha de garrafa de cerveja. Portanto, é bom ter cuidado ao abrir, já que as leveduras estão todas lá. Aqui em Brasília tem pra vender na Decanter (208 sul). 

Red One 2009   Esse chileno, com com 50% Merlot, 35% Cabernet Franc, 10% Cabernet Sauvignon, 3% Malbec e 2% Petit Verdot, tem nada menos que 90 pontos na Wine Spectator. Quando li o rótulo, logo achei que iria adorar!!! Afinal, minha pegada é bem essa de vinhos mais robustos, o que esse prometia. Aliás, robusto e encorpado, ele até é, mas eu não curti! Abri, esperei um pouco e provei. Tem muito anis, alcaçuz, algo assim, deve ser o fato de passar 12 meses em madeira. O engraçado, é que a descrição dele é de um vinho saboroso e que entra na boca com delicadeza e suavidade, maspra mim bateu pesado!

 

Ilógico 2014   

O Ilógico é o que eu chamo de vinho é democrático. Agrada todo mundo! Um dos Best-Sellers da Bacco’s, esse vinho é um daqueles achados de Portugal! Tomei durante um jantar numa daquelas mesas grandes, com mais de 14 pessoas e confesso que não tinha sido a minha escolha. Mesa com muita gente, vinho escolhido e vamos lá. Não é que foi uma bela surpresa?  

A cor é linda e os aromas de frutos vermelhos bem acentuados. Não é daqueles vinhos super encorpados que eu, particularmente, gosto muito. Pelo contrário, é de médio corpo, bem equilibrado, apesar de ter uma graduação alcoólica de 13,5%.

Agora aquelas informações que muita gente gosta e pede: ele é elaborado com uvas cultivadas em solo argilo-calcário e passa por fermentação em cuba de inox a 30ºC com estágio em carvalho francês e americano durante 3 meses. Ah! Depois são mais 6 meses em garrafa. Se eu teria na minha adega? Sim, várias garrafas!  

Paul Más – Viognier 2013  

Sabe aquele francezinho, com pegada moderna? Pois então, é esse!

Na faixa dos R$ 90,00, esse vinho tem uma coloração dourada, bem delicada. Sei que, pra quem não está acostumado, não é simples identificar notas de frutas ou flores nas bebidas, mas esse tem nitidamente perfume de pêssego e algo cítrico, como lima ou laranja. Lá no fundo, dá até pra sentir um pouco de baunilha. Sou fã de vinhos brancos e acho até que, nós brasileiros, bebemos pouco deles. Gosto muito dos vinhos com certa mineralidade e este tem. É um vinho com muito frescor e fica na boca por um bom tempo. É o que os entendidos chamam de persistência.

Susana Balbo Brioso 2011  Provei este vinho durante um almoço no Bartolomeu (409 sul), acompanhando um belo Bife de chorizo. Não conhecia e confesso que ainda não tinha ouvido falar sobre ele.

Encorpado, maduro e bastante perfumado, o Brioso é um vinho assinado por Susana Balbo, enóloga badalada que eu confesso, também não conhecia. Ah! Ela também é a presidente de Wines of Argentina.  Outra informação sobre este tinto de Mendoza é que esta safra recebeu nada menos que 90 pontos de Wine Spectator e 93 pontos com o exigente Tim Atkin.

Com 14,5% de teor alcóolico, ele tem Cabernet Sauvignon (60%), Malbec (20%), Cabernet Franc (15%) e Merlot (5%). Eu adorei e colocaria na minha adega. A média de preço gira em torno dos R$ 130.  

 

Pomares 2012 Este português do Douro é daqueles que vão bem com quase tudo. Bastante mineral, tem muita fruta fresca, com uma presença marcante de frutos tropicais. Ele é da vinícola Quinta Nova, muito tradicional por lá desde 1764. Tive a oportunidade de provar outros vinhos deles também e todos me surpreenderam! Prêmios: Prata – Catavinum, Espanha (2012) Prata – International Wine Challenge, UK (2012) 87/100 pts – Wine Enthusiast, USA (2010)  

Domaine sorin Terra Amata rose 2013

Quem é craque vai cheirar esse vinho e sentir melão, tangerina, amora, morango, além de toques florais. Eu, que sou uma reles mortal, sinto frutas vermelhas frescas e algo de pêssego e olhe lá! rsrs Ah! Tem minerais também. Para resumir, é macio, tem frescor e boa acidez. Vai bem com entradinhas na pegada de burrata ou muçarela de búfala com tomatinhos e ervas. Se for prato quente, aposte nos camarões grelhados. Tem pra vender na Decanter (208 Sul).  

Luis Cañas Rioja Crianza 2010  Isso aqui não é pra quem tá começando a beber não!!!! rsrsrs Até arrisco dizer que esse é vinho de gente grande. Forte e encorpado, do jeito que eu gosto. Para quem ainda não conhece, Luis Cañas é uma bodega familiar que tem cerca de 40 anos, mas já faz um sucesso impresionante, inclusive com várias safras muito bem pontuadas por Robert Parker. Bem puxadao na cereja, framboesa e na madeira, esse é um vinho bem estruturado, ideal para acompanhar embutidos e queijos mais firmes, tipo esses de meia cura ou parmesão. Eu provei acompanhando um prato de carne vermelha, mas arrisco dizer que vai casar muitíssimo bem com postas de bacalhau no azeite. O preço? Mais de R$ 120.  

Ramanegra reserva Malbec 2011 Antes de mais nada, quero deixar bem explícita a minha preferência por vinhos robustos. E esse Ramanegra me conquistou. Para quem gosta de um vinho encorpado e, ao mesmo tempo elegante, esse é uma ótima opção. Quando comi foi com uma boa massa repleta de cogumelos, muita manteiga e creme de leite acompanhada por filé e ele segurou bem. Ou seja: um bom vinho pra acompanhar comidas mais gordurosas. Outra característica que fica clara é que tem mais presença em boca do que no nariz. Ah! Pra quem curte queijos, ele segura legal um roquefort, viu! O preço? Mais de R$ 100, a garrafa, mas vale cada real. Eu teria na minha adega.  

Vinha do Mouro 2009    Gostei bastante desse vinho. Tomei acompanhando um prato que era de nhoque de mandioca com molho de abacate e camarões salteados. No início fiquei meio desconfiada, já que o prato levava camarão, mas o vinho desceu redondo com a cremosidade do abacate que estava bem temperado. PS: Apesar de forte, esse vinho tem um adocicado gostoso no final.

 

Casa Valduga Premium Leopoldina Merlot 2011  Não é de hoje que a uva Merlot vem agradando muito o paladar brasileiro. Arrisco dizer que, junto com a Malbec, é uma das mais apreciadas por aqui. Dia desses arrisquei o Leopoldina Premium 2011, da Casa Valduga e, pra pagar a língua (já que defendo com garras e dentes os espumantes brasileiros, mas nem sempre nossos vinhos), posso dizer que esse vinho gaúcho está pra lá de muito bom! O Leopoldina é daqueles que, se degustado às cegas, ninguém diz que é nacional. PS: olha o meu preconceito aí de novo! Pra resumir, esse vinho é uma grande surpresa. A DO REI! Provei sem pretensão alguma e me surpreendi. Delicioso, aromático, no ponto. Com toques de madeira, mas nem tão encorpado assim, vai bem com carnes vermelhas e até com molhos condimentados.  Agora pasmem!!! Pra acabar com esse meu ranço com vinhos brasieiros, ele tem nada mais, nada menos que Medalha de Prata (safra 2011) no Concurso Bacchus 2014, na Espanha. Bebi e gostei. O preço? Na faixa dos R$ 50, um excelente custo x benefício.  

Espumante Rosé Malbec Don Guerino    Sou fã dos espumantes brasileiros e este rosé está especial. Sabe aquele espumante que vai bem num daqueles almoços pronlongados? Então, é esse! Mas não se esqueça de servir bemmmm gelado! Para vocês terem uma ideia, no XII Concurso Mundial de Malbec, em Mendoza na Argentina, o Don Guerino Brut Rosé Malbec recebeu medalha de Prata sendo o único produto Brasileiro premiado nesse concurso em todos suas edições. Só pra lembrar, Mendoza na Argentina, é a capital mundial do Malbec e conquistar esse reconhecimento por lá, não é pra qualquer um!!! Na faixa dos R$ 50, vale a pena ter na sua adega.  

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Novidades do Pinella

Um dos locais mais disputados e badalados da capital, o Pinella, acaba de dar uma inovada no cardápio. Famosa por sua carta de cerveja, uma das melhores de Brasília, a casa também ficou conhecida por servir petiscos de boteco com qualidade pra lá de gourmet sempre batizados com nomes de mulheres.

 

Passam a fazer parte da nova carta de Drinks o Violeta Mix, feito com espumante rosé, mix de limão e xarope de violeta, o Red Passion, com whisky Red Label, sour de maracujá e xarope de açúcar, o clássico Tom Collins e mais dois drinks: Tequila Float e Clover Club.

 

Entre os novos petiscos do cardápio estão o Míriam - Mix de pastéis – requeijão do sertão e ragu de carne com requeijão, Zelda - linguiça holandesa, fondue de requeijão do sertão, chimichurri e tomate confit, no pão francês e Amélia, frango defumado, cheddar, cebola caramelizada, molho de mostarda e alface americana, na baguete de parmesão.

 

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Crie unicórnios

Mais um fim de semana SuRReal marcou o sábado, 22, na Capital. Responsáveis por uma das festas mais aguardadas do ano, a R2 Produções não mediu esforços para a realização da segunda edição da label SuRReal. Com slogan “Não Crie Expectativas, Crie Unicórnios”, foi difícil aguardar tanto tempo com tão poucas informações sem criar expectativas. O produtor Rick Emediato já havia adiantando para o GPS|Brasília que o intuito deles é vender um conceito, e não artistas. Dito e feito. Um mundo paralelo se instalou aos pés da Torre Digital de Brasília, a Flor do Cerrado. Com cenografia assinada por Andrey Hermuche, o espaço da SuRReal contou com intervenções artísticas, como exposições de obras de nomes como Salvador Dalí, Renê Magritte e Max Ernst e artistas circenses espalhados por todo o evento interagindo com um público de quase quatro mil pessoas. Logo na entrada, os curiosos eram surpreendidos com um jardim cheio de criaturas místicas. Como uma forma de portal, a curiosidade só aumentava ao perceberem que o evento não tinha uma porta, e sim um disco engrenado, que levava o público para o outro lado de onde tudo aconteceu. Como forma sustentável e evitando o desperdício e a produção de lixo, a organização se preocupou em criar copos customizados e exclusivos para a festa. De cara, os convidados recebiam uma unidade e já eram agraciados com doses de bebidas premium, como Licor 43 e uísque Chivas. O Full Fucking Service desse ano levou assinatura do chef Marcelo Petrarca, que ofereceu no menu quitutes como moqueca de peixe, macarronada, risoto, hambúrguer, cachorro quente, pastel, mousse e churros de banana com calda de leite ninho rosa. Para recarregar a energia, o público pode se deliciar com drinks, vodka Absolut Elyx, José Cuervo, gin Beefeater, Red Bull e Suco do Bem. O palco para essa edição ganhou uma grande concha, onde os DJs se revezaram durante toda a noite. No line up, o duo Dudu e Alê, Fábio Serra, Matheus Hartmann, Edo Almeida, Rapha Fernandes. Além do premiado DJ A e Tap, que se apresentaram acompanhados da Orquestra Sinfônica, levando o público à loucura, com batidas precisas e cordas. As surpresas da noite não paravam. Às 8h da manhã, Alok assumiu as picapes e não deixou o público, que curtia há horas a pista de dança, ficar parado. Marcos Zeeba, responsável por dar voz ao hit “Hear Me Now”, também compareceu ao evento. Em dado momento da festa, Xand da banda Aviões do Forró subiu ao palco e fez o público descer até o show. Enquanto a festa rolava, picolés da Vai Bem Gelados aumentavam o nível de glicose dos presentes. Um mailing de seletos convidados dos quatro cantos do Brasil foi preparado pelo promoter pernambucano Iran Peixoto. Entre eles, 15 convidados que ficaram hospedados na Casa SuRReal, no Lago Sul, de quinta a domingo, vivendo experiências surreais.   O fim da festa foi comandado pelo trio Make U Sweat, que se surpreendeu com o público, que ficou até às 10h da manhã, curtindo os raios de sol, a vista e as batidas que saiam das caixas de som e preenchiam o espaço. O GPS|Brasília marcou presença e entrega todos os cliques. Confira:  

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Novidades no cardápio

Em comemoração ao Dia do Amor, celebrado amanhã, 25, no Brasil, o McDonald’s, fechou parceria com um dos bombons que expressam muito bem esse sentimento: Sonho de Valsa. Com duas novidades nas opções de sobremesa, a rede disponibilizará, a partir de amanhã, em todas as unidades, o McFlurry e o McShake no sabor da guloseima. As novidades ficarão por tempo limitado no cardápio. Roberto Gnypek, vice-presidente de marketing do McDonald’s Brasil está com grandes expectativas da aceitação do público com as sobremesas.

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