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Weintraub mantém pré-candidatura em SP, mesmo após demissão da Unifesp

Desafeto de Bolsonaro tentará disputar comando paulistano, após derrota como deputado
Abraham Weintraub
Ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub | Foto: Reprodução

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Ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub reforçou, na noite desta sexta-feira (8), a disposição de concorrer à Prefeitura de São Paulo (SP). Durante uma transmissão no X, antigo Twitter, o defensor das pautas conservadoras explorou suas intenções, caso seja eleito para o comando da maior metrópole do país. 

Entre as propostas, o pré-candidato defendeu a melhoria de salários para servidores públicos, desde que sejam produtivos e apresentem resultados. Além disso, o ex-ministro também reafirmou a vontade de combater a corrupção dentro da máquina pública. 

“Não será um aumento linear”, disse, durante a explanação aos seguidores. 

Em 2022, Weintraub foi candidato ao cargo de deputado federal por São Paulo, mas não foi eleito pelo PMB (Partido da Mulher Brasileira).

Weintraub lançou a estratégia de judicializar a possibilidade de uma candidatura independente, sem ter uma sigla mentora. Contudo, a legislação brasileira não permite que candidatos disputem eleições sem filiação política.

O respaldo está na Constituição Federal de 1988, no artigo 14, parágrafo 3º, inciso V, o qual diz que a filiação partidária é uma condição para ser todos serem eleitos.

No governo anterior, o ex-ministro exerceu função na pasta na Esplanada por 14 meses, quando foi demitido em julho de 2020. Após essa fase, ocupou um cargo no Banco Mundial, nos Estados Unidos, até o rompimento definitivo com Bolsonaro.

Professor titular acadêmico, deveria ter retornado à Unifesp em novembro de 2022, o que não ocorreu. A falta resultou, após decisão da Controladoria-Geral da União (CGU), no desligamento dele da instituição, por faltas. A sanção também pode resultar na impossibilidade de concorrer em eleições.

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