**Aos que buscam pela boa aparência e auto estima, tem novidade no mercado!** O Daxxify, promete bater de frente com o **queridinho botox.** O diferencial do novato **está na durabilidade**, que promete durar em média de **6 a 9 meses**, diferente do botox que dura de **3 a 4 meses.**
O uso da **insulina botulínica** foi por muito tempo a única tecnologia disponível para suavizar rugas. O produto tornou-se popular nas clínicas a partir dos anos 1970, e **desde do início apresentou uma melhora significativa nas linhas de expressão**, o que garantiu seu lugar entre os favoritos.

**Será que cerca de 50 anos depois, agora teremos um concorrente à altura?** A Federal Drug Administration (FDA), a agência reguladora de saúde nos Estados Unidos, **aprovou o uso do Daxxify,** um medicamento desenvolvido por um laboratório norte-americano de biotecnologia.
Tanto o botox quanto o Daxxify agem no **bloqueio neuromuscular,** o que faz “congelar” as rugas. **Ambos quando usadas conforme as instruções, não são detectadas na corrente sanguínea** do paciente e não trazem malefícios. Estudos feitos pela FDA, mostraram que **cerca de 80% das pessoas que receberam o tratamento**, não viram linhas faciais leves ou nenhuma após quatro meses.
No entanto, vale lembrar que o Botox, hoje em dia, **é também utilizado além dos tratamentos estéticos.** Os dentistas têm usado o produto para controlar **casos de bruxismo**, e pelos médicos em casos de **sudorese e problemas nas articulações**, por exemplo.
Mas como toda novidade, **o assunto vem gerando medos e dúvidas**. A dermatologista Cristina Salaro conta que uma vantagem dessa nova toxina “é que ela é isenta de albumina e compostos animais em sua formulação, o que faz, teoricamente, com que seu potencial alergênico seja menor.”

Já o dermatologista Dr. Erasmo Tokarski **defende a cautela** diante de algo com tantas promessas. “Por ser algo novo, alguns cuidados a respeito dos efeitos colaterais devem ser tomados, já que estudos mais concretos ainda estão sendo feitos”, alerta.

**Com relação à sua aplicação no Brasil**, ou seja, quando chegará ao mercado, **vai depender da aprovação da Anvisa.** A Dra. Cristina conta ainda que os dermatologistas estão muito animados com o medicamento, até mesmo porque “ é a maior novidade em relação à toxina botulínica nos últimos 30 anos.”
**Mas e aí, quanto será que vai custar essa novidade?** Será que vai conquistar muitos adeptos? Os profissionais citados na matéria acreditam que, em princípio, ele será mais caro, uma vez que promete uma duração de duas a três vezes maior do que a dos concorrente. **Quanto ao fato se vai virar “febre” ou não, só o tempo irá dizer.**
