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Taxa de transmissão de covid-19 tem redução no Distrito Federal

Entre 18 e 24 de fevereiro, o índice ficou em 1,20. Na semana anterior, o índice era de 1,41
Para se imunizar contra a covid-19, a SES-DF disponibiliza a vacina de segunda a sexta-feira, em diversos pontos de vacinação. Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF
Para se imunizar contra a covid-19, a SES-DF disponibiliza a vacina de segunda a sexta-feira, em diversos pontos de vacinação. Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF

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O Distrito Federal teve uma redução na taxa de transmissão da covid-19. Entre 18 e 24 de fevereiro, o índice ficou em 1,20. Na semana anterior, o índice era de 1,41. O valor atual significa que cada grupo de 100 pessoas contaminadas transmitem a infecção para outras 120.

Os dados constam no boletim epidemiológico de covid-19 divulgado pela Secretaria de Saúde (SES-DF) nessa quarta-feira (28). Foram registrados, contudo, 2.654 casos novos em relação ao período de 11 a 17 de fevereiro – um aumento de 34,8%. Há ainda, no boletim, a notificação de oito óbitos causados por covid-19 em anos anteriores, sendo que um foi registrado em 2021 e o restante (7), em 2022. Foram três do sexo feminino e cinco, do masculino. A faixa etária proeminente é acima dos 80 anos.

As mortes ocorridas em outros anos permanecem sendo notificadas nos boletins epidemiológicos porque durante a pandemia houve um grande volume de óbitos enem todos os resultados de exames eram conclusivos. Por esse motivo, as ocorrências inconclusivas estão sendo revisitadas.

Todos os óbitos confirmados são relacionados no boletim, computados no número total de casos e encaminhados ao Ministério da Saúde. Ressalta-se que, no ano de 2024, há três mortes registradas por covid-19 no DF, sendo duas confirmadas neste mês.

Prevenção

A SES-DF disponibiliza a vacina de covid-19, de segunda a sexta-feira, em diversos pontos de vacinação que podem ser conferidos neste link. A campanha segue neste ano apenas a grupos prioritários para as doses de reforço, conforme normas do Ministério da Saúde. São eles: idosos; pessoas que vivem em instituições de longa permanência e seus trabalhadores; gestantes e puérperas; trabalhadores da saúde; pessoas privadas de liberdade; adolescentes cumprindo medidas socioeducativas; profissionais do sistema prisional; indígenas; ribeirinhos; quilombolas; pessoas imunocomprometidas; pessoas com comorbidades ou deficiência permanente (desde que tenham 5 anos de idade ou mais, de acordo com a avaliação da equipe de saúde) e pessoas em situação de rua.

Porém, quem nunca tomou o imunizante, é possível iniciar o esquema vacinal primário (D1 + D2) ou completá-lo com a dose monovalente ou bivalente. Para tanto, basta levar o documento de identidade com foto e a caderneta de vacinação. Caso não possua a cardeneta, é possível solicitar uma na Unidade Básica de Saúde (UBS).