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Missa no Lago Norte relembra a vida de Paulo Pestana

Governador Ibaneis Rocha juntou-se a parentes e amigos do jornalista no ato litúrgico desde domingo (17)
Paulo Pestana faleceu na madrugada da última segunda-feira
Paulo Pestana faleceu na madrugada da última segunda-feira (11). Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília

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A missa de sétimo dia do jornalista e cronista Paulo Pestana foi celebrada na Igreja de Nossa Senhora do Lago, no Lago Norte, neste domingo (17). Além da esposa Zelinda e dos filhos Rafael e Pedro, o ato litúrgico contou com a presença de amigos, autoridades e do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha. A cerimônia foi encerrada com uma salva de palmas e uma música entoada em homenagem a Pestana.

“Aquele que é recordado na história e nos corações das pessoas não morre, ele se transforma e produzirá frutos. Seu legado, suas histórias e suas palavras permanecerão vivos nos nossos corações. Ele era uma pessoa que transpirava palavras de simplicidade e amor. Com certeza deixou suas digitais marcadas no coração de muitas pessoas”, disse o padre Olmer Garcia, durante a homilia.

O governador Ibaneis Rocha consola a viúva de Paulo Pestana, a jornalista Zelinda Lucca, após a missa celebrada na Igreja de Nossa Senhora do Lago
O governador Ibaneis Rocha consola a viúva de Paulo Pestana, a jornalista Zelinda Lucca, após a missa celebrada na Igreja de Nossa Senhora do Lago, no Lago Norte. Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília

Além do governador, outras autoridades do GDF compareceram à missa, como os secretários de Comunicação, Weligton Moraes; de Governo, José Humberto de Araújo; de Educação, Hélvia Paranaguá; de Relações Internacionais, Paco Britto, e a comandante-geral da PMDF, Ana Paula Habka. Também estiveram na igreja outros integrantes do GDF e empressários, como Paulo Octávio.

“Hoje, dentro do campo da espiritualidade, ficou mais claro aquilo que o Paulo representou para cada um de nós. Era casa cheia, todo mundo junto. Um homem simples, com uma clarividência, inteligência, integridade e que contribuiu muito com o Brasil. O legado é grande, deixou para todos nós grandes realizações e ensinamentos”, disse José Humberto.

Paulinho, como era conhecido pelos amigos, faleceu na madrugada do dia 11. Quatro dias antes, sentira-se levemente febril e procurou atendimento médico. Voltou ao hospital nos dias seguintes, tendo sido constatado um quadro de dengue, com diminuição das plaquetas, recebendo a recomendaçãod e repouso e hidratação, que foi seguida à risca. No domingo (10), o mal-estar aumentou e surgiram fortes dores nas pernas e manchas pelo corpo. O filho Pedro e um amigo o levaram novamente ao hospital, mas ele não resistiu.

O velório de Pestana, tal como a missa deste domingo, reuniu familiares, políticos, autoridades e colegas de profissão no Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul, na terça-feira passada (12). Seu corpo foi cremado no mesmo dia.

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