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Macêdo: ausências no ato pela democracia foi “por conta de agenda”

Ministro da Secretaria-Geral da Presidência disse não acreditar em "conotação política"
Câmara inaugura exposição de um ano dos ataques de 8/1
Invasores ocupam a parte superior do Congresso Nacional em 8 de janeiro | Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

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Por Sofia Aguiar, Iander Porcella, Giordanna Neves, Gabriel Hirabahasi e Lavínia Kaucz

O ministro da Secretaria-Geral, Márcio Macêdo, disse acreditar que a ausência de algumas autoridades políticas, como o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), não se deu por conotação política, mas sim por agenda.

“Algumas pessoas não vieram ao ato por conta da agenda, não acredito em conotação política”, disse o ministro após participar do Ato Democracia Inabalada nesta segunda-feira, 8, no Congresso.

De acordo com o ministro, “as coisas têm que ser lembradas par que não se repitam”. O evento de hoje, na visão de Macêdo, foi digno da importância da data.

“Hoje, um ano após 8 de janeiro, a democracia está completamente restabelecida e fortalecida”, afirmou.

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que havia decidido participar da cerimônia em Brasília e depois desistiu, alegou em um vídeo publicado nas redes sociais que não iria mais porque o ato “se transformou um evento político”.