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Jair Bolsonaro recebe alta após 13 dias internado

O ex-presidente anunciou que retornará a Brasília para reassumir compromissos partidários
Essa foi a internação mais longa de Bolsonaro desde 2019 | Foto: Reprodução/ X
Essa foi a internação mais longa de Bolsonaro desde 2019 | Foto: Reprodução/ X

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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu nesta sexta-feira (17), alta do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, onde estava internado por um quadro de erisipela, uma infecção de pele causada por bactérias, e desconforto abdominal. Após 13 dias de internação, a alta hospitalar foi divulgada no perfil do ex-presidente no X (antigo Twitter).

Bolsonaro foi internado em Manaus (AM) no dia 4, quando participava de agendas do PL no Estado. Ele foi transferido para a capital paulista e estava no Vila Nova Star desde o dia 6. No X, o ex-presidente anunciou que retornará a Brasília e reassumirá compromissos partidários nos próximos dias. “Em uma semana, tudo normal”, escreveu.

A alta hospitalar já estava prevista para esta sexta. Na segunda-feira, 13, um boletim médico divulgado pela equipe do ex-presidente já indicava uma “evolução gradativa” no quadro de saúde de Jair Bolsonaro, ainda não indicando previsão de alta. Já na quarta-feira, 15, o informe passou a prever que a saída do hospital ocorreria nesta sexta.

 

Ativo nas redes e com visitas de aliados

Durante a internação, Bolsonaro continuou ativo nas redes sociais. O ex-presidente realizou chamadas de vídeo para participar de uma agenda do PL Mulher de Aracaju (SE) e para se comunicar com voluntários em Gravataí, município do Rio Grande do Sul afetado pelas enchentes.

Além disso, Bolsonaro recebeu visitas como as dos governadores Tarcísio de Freitas (Republicanos), de São Paulo, e Jorginho Mello (PL), de Santa Catarina. O prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes (MDB), também esteve com ex-presidente no hospital no último sábado, 11, antes de viajar ao Vaticano.

Não é a primeira vez que Jair Bolsonaro tem erisipela. Trata-se da mesma situação que o atingiu em novembro de 2022, depois da derrota nas eleições presidenciais. À época, o então vice-presidente Hamilton Mourão disse que a condição impedia o então presidente de vestir calças.