Neste 3 de outubro, é comemorado Dia Internacional do Dentista, uma data que destaca a importância dos profissionais dedicados à saúde bucal. Para celebrar a ocasião, preparamos uma reportagem especial sobre o mercado odontológico em Brasília, abordando as expectativas para o futuro da profissão. Para isso, conversamos com o especialista Jonas Brunetti, um dos mais renomados dentistas da capital federal, que compartilhou suas percepções sobre a carreira e as inovações na área.
A odontologia tem evoluído de forma acelerada com a introdução de tecnologias que melhoram tanto a experiência do paciente quanto a eficiência dos tratamentos. Entre as inovações, a impressão 3D se destaca, permitindo a criação de próteses e moldes personalizados com precisão milimétrica. Isso não apenas reduz o tempo de espera, mas também aumenta a satisfação do paciente.
Para o Jonas Brunetti, proprietário de uma clínica que é referência quando o assunto é tecnologia, todos essas avanços têm influenciado muito nos tratamentos.
“Sem dúvidas, o avanço da tecnologia em nível global tem sido um dos maiores impulsionadores da odontologia moderna. Equipamentos mais avançados, instrumentais de alta precisão e materiais inovadores estão transformando a forma como tratamos os pacientes. Esse progresso científico, impulsionado principalmente pelo uso da tecnologia, tem elevado a qualidade e a eficiência dos tratamentos, permitindo resultados mais rápidos, seguros e personalizados”, explicou o dentista.
A utilização de scanners intraorais também tem revolucionado a forma como os dentistas realizam diagnósticos. Esses dispositivos eliminam a necessidade de moldes tradicionais, tornando o processo mais confortável e rápido. As imagens digitais geradas podem ser compartilhadas instantaneamente com outros especialistas, facilitando o trabalho em equipe.
“Eu vejo a tecnologia digital, como scanners intraorais e softwares de planejamento, se tornando ainda mais acessíveis e otimizando os resultados estéticos e funcionais. Tudo isso contribuirá para tratamentos menos invasivos, mais rápidos e com resultados cada vez mais previsíveis e duradouros”, afirma o reabilitador oral.

Com o uso da tecnologia, o diagnóstico fica cada vez mais preciso | Foto: Reprodução/ Freepik
Inteligência artificial
Se já estamos vivenciando uma era de avanços, a tendência é que essa evolução continue. No contexto atual de modernidade, o mercado odontológico também não fica de fora das inovações trazidas pela inteligência artificial. Embora ainda não seja amplamente utilizada nos atendimentos, essa tecnologia tem grande potencial para o futuro.
“Recentemente, adquirimos um novo scanner de última geração, que é um dos poucos disponíveis no Brasil. Este equipamento é equipado com inteligência artificial para garantir a máxima precisão na captura da arcada dentária”, aponta Jonas Brunetti.
Mercado em Brasília
Sem dúvidas, a área odontológica está em ascensão no Distrito Federal e muito se deve ao aumento da procura por tratamentos estéticos, além de uma maior importância da atual geração com a saúde. Mas outro fator que ajuda a impulsionar o setor é o investimento.
“Com o acesso facilitado à informação, mais pessoas estão buscando tratamentos, especialmente os estéticos, sem esquecer da importância da saúde bucal. Estamos vivendo uma época em que a preocupação com a aparência física é crescente, e o sorriso se tornou um dos principais cartões de visita, refletindo tanto a beleza quanto o cuidado com a saúde”, destacou Brunetii.
A clínica Brunetti Odontologia se tornou referência na capital justamente por conseguir entender o paciente, proporcionando uma melhor experiência no atendimento.
“Conseguimos unir ciência, arte e tecnologia para oferecer uma jornada agradável e eficiente. Trabalhamos todos os dias com dedicação a cada paciente, com a certeza de que o futuro está muito próximo. Também queremos incentivar outras clínicas a investir em tecnologia e se tornarem referências, pois, juntos, podemos transformar Brasília não apenas em um centro político, mas também em um polo de excelência odontológica no Brasil”, finalizou Jonas Brunetti.