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Cuidado íntimo

André Braga lista os sintomas e cuidados com a candidíase, infecção vaginal que pode ser evitada

Conhecida também como monilíase vaginal, a candidíase é uma infecção que ocorre nas mulheres por um tipo de fungo, chamado de Cândida ou monilia, que causa um corrimento esbranquiçado acompanhado de prurido irritação vaginal. Para a maioria dos especialistas, não é considerada uma doença sexualmente transmissível. Sabe-se que o fungo pode estar presente na flora vaginal assintomaticamente e é desencadeado quando a imunidade da paciente cair, bem como quando a resistência vaginal está baixa, levando a multiplicação do fungo e causando a doença.

Causas
 

Há alguns fatores predisponentes, como gravidez diabetes mellitus e o uso de certas medicações, como antibióticos, anticoncepcionais e corticoides. Conheça outras questões que podem desencadear a infecção:

  • Infecções sistêmica. Por exemplo, na HIV;
  • Vestuários inadequados como biquínis molhados e roupa de academia, ou seja, roupas que aumentem a temperatura vaginal;
  • Duchas vaginais em excesso; e 
  • Relação sexual desprotegida.


Sinais e sintomas

Os mais comuns são: o prurido vulvar (popularmente conhecido como coceira vaginal), corrimento espesso grumoso e esbranquiçado, além de irritação e vermelhidão da vagina.

Diagnóstico

O diagnóstico clínico é feito pelo o médico ginecologista baseado nos sinais e sintomas do paciente. O exame mais comum é o exame de papanicolau, com uma raspagem do canal vaginal e do colo do útero para análise laboratorial.

Tratamento

Após o diagnóstico deve-se iniciar o tratamento, que pode ser através de antimicoticos orais ou creme vaginal antifúngicos.

Fica a dica

Mulheres que têm infecções com frequência: procurem um ginecologista para acompanhamento contínuo. Confira outras dicas: 

  1. Não utilizar desodorante íntimos;
  2. Não praticar duchas vaginais em excesso;
  3. Não ficar com biquínis molhados por muito tempo;
  4. Usar vestuários adequados;
  5. Ter cuidado com a imunidade e ficar em abstinência sexual durante o tratamento; e
  6. Usar preservativos, pois mesmo não sendo considerado uma DST pode ser contraída ou manifestada durante a relação sexual.

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