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AIDS em foco

A campanha Dezembro Vermelho chega ao fim e deixa o alerta: prevenção é melhor método de controlar o avanço da AIDS/HIV

A quantidade de casos de AIDS no Brasil diminuiu 5,1% em dez anos, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde no início de dezembro, mês marcado pelas campanhas de prevenção à doença do sistema imunológico humano causada pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). Ainda assim, não há motivos para comemorar. Os casos entre jovens no Distrito Federal não param de aumentar. De acordo com a Secretaria de Saúde, por dia, três pessoas com idade entre 20 e 24 anos descobrem que portam o vírus.

Isso justifica a importância de campanhas como o Dezembro Vermelho e o uso de elementos como a fita vermelha, um símbolo mundial de solidariedade pelas pessoas infectadas pelo vírus. Mesmo com os avanços na medicina e informações relevantes há grandes medo, preconceito e expectativa sobre a doença. Nos anos 1980, um portador do HIV era considerado como candidato à morte prévia. Hoje, esse conceito mudou consideravelmente. Mesmo não tendo cura, o prognóstico e a qualidade de vida evoluíram junto ao tratamento e a fatores como hábitos de vida saudáveis.

Os portadores da doença podem viver por muito tempo e programar uma rotina com qualidade. Os maiores problemas ainda são o preconceito e abandono do tratamento. 

Sinais e sintomas

Os sintomas iniciais são bem parecidos aos de um resfriado ou uma virose. Após o contato do vírus no organismo, pode demorar de 30 a 60 dias para produzir anticorpos anti-HIV no ser humano. Geralmente, acontecem diarreias prolongadas sem justificativas, emagrecimento, astenia, feridas na boca e órgãos genitais linfonodomegalias  (com ínguas), candidíases, infecções de respiração, como faringite e pneumonias, entre outras. 

Transmissões

O HIV é transmitido praticamente por três vias: contato sexual, exposição a fluidos ou tecidos corporais infectados e da mãe para o filho durante a gravidez. A maioria dos casos tem transmissão pelo contato sexual com uma pessoa infectada. Podem ficar tranquilos: não há nenhum risco de contrair HIV através de exposição de fezes, secreções nasais, saliva, escarros, suor, ou lágrimas.   



Diagnóstico

O melhor médico para dar o diagnóstico e fazer acompanhamento do paciente é o infectologista. O teste laboratorial mais realizado para diagnóstico é o ELISA. Sempre que for detectado o anticorpo anti-HIV no sangue, é necessário outro teste confirmatório. São usados Western bLot, Teste de imunofluorescência indireta para o HIV e o Imunoblot.

Tratamento

Relembrando que AIDS não tem cura, mas os portadores de HIV tem tratamento gratuito e garantido pelo governo em hospitais e centros médicos por todo país. O objetivo do tratamento é prolongar a sobrevida dos pacientes e melhorar a qualidade de vida dos mesmos.



Fica a dica
 

Como sabemos que não há cura, a melhor opção prossegue sendo  a prevenção. Antes de iniciar qualquer relacionamento íntimo, faça exames pré-nupciais com seu parceiro ou parceira. Use preservativos, não use drogas e cuidado quando precisar de hemotransfusões. Quando necessário, procure hospitais e bancos de sangue referenciados. Diga não ao preconceito, pois a AIDS não se transmite um aperto de mãos, abraços ou convívio social normal.

 


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