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Sem excessos

COLABORADOR Redação   
|   20/12/2017 13:37 ( atualizada 20/12/2017 13:37)   
FOTO Reprodução Internet   
Não quer "jacar" nas festas de fim de ano? Nutricionista dá dicas para conseguir sobreviver aos excessos gastronômicos das ceias sem exagerar

Menos de uma semana para a noite de Natal. Isso sem contar com réveillon e confraternizações de fim de ano. O que isso significa? Ceias e mais ceias. Com todos os excessos cometidos nesta época, os esforços de um ano inteiro para manter uma alimentação balanceada e um corpo saudável podem ser comprometidos. Quer tentar manter a linha durante as festas? O GPS|Brasília te ajuda.

 

Ao preparar a ceia, o nutricionista Vinicius Lacerda compartilha algumas dicas de substituição, como trocar a farinha comum pela farinha de coco na farofa, ou o arroz branco pelo arroz de couve-flor. “São opções para quem quiser fazer uma ceia low carb. O primeiro ingrediente, por exemplo, é uma fonte de gordura e que dá sensação de saciedade”, explica. Já com as proteínas animais, não há preocupação. Carnes como pernil, peru e tender também são fontes de proteína e gordura.

 

 

Porém, se você não quiser adaptar suas receitas, o jeito é dar “aquela” segurada. De acordo com o profissional, o que atrapalha é o exagero e a gula. “Deu vontade? Pode comer um pouquinho. O que eu não acho correto é a pessoa não estar com tanto apetite e comer só por que está ali”, diz. Para evitar, o especialista explica que é preciso diferenciar fome de vontade de comer.

 

Mas como saber se você já está saciado ou não? Segundo Vinicius, existem pontos a serem observados. O primeiro é que fome não se sacia com líquidos. Então, se você tomar água e vontade de beliscar algo passar, provavelmente era só gula. A fome não é seletiva e gera respostas físicas, como dores de cabeça, dores no estômago, roncos na barriga ou mesmo enjoos. Se você só estiver com fome somente de um alimento específico, é vontade de comer.

 

 

Outra dica é se alimentar devagar. Existe um hormônio chamado leptina, ou hormônio da saciedade, que quando começa a ser liberado dá sinais de que o organismo está satisfeito. “O sinal que ele dá é uma espécie de suspiro. A ação dele relaxa o diafragma, o que faz com que a pessoa dê uma respirada longa. A partir daí, você pode parar de comer”, explica o nutricionista.

 

Porém, a leptina só passa a circular cerca de 10 minutos após o início da refeição. “As pessoas geralmente comem em menos tempo que isso, então, não dá tempo do hormônio ser produzido. Com isso, elas não se sentem saciadas, comendo cada vez mais”, diz. A dica que Vinicius dá para comer mais devagar é simples: soltar o talher. “Coloque o alimento na boca e repouse o garfo no prato. Enquanto mastiga, mexa no celular, interaja com as pessoas da mesa... Assim, você vai demorar mais e ficará satisfeito mais rapidamente”, finaliza. E aí, anotou tudo?


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