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De olho na pneumonia

POR GPS| SAÚDE   
|   23/11/2017 18:03 ( atualizada 23/11/2017 18:03)   
FOTO Reprodução   

A pneumonia é uma infecção do tecido pulmonar. Pode ser causada por vírus, bactérias, fungos e parasitas. É considerada uma doença não-contagiosa e, na maioria das vezes, originada por bactérias, principalmente pela Streptococcus Pneumoniae ou Haemophilus influenzae. Geralmente, tem mais ocorrência no inverno devido às quedas bruscas de temperatura. Também são recorrentes nessa época do ano pois o sistema imunológico fica mais suscetível ao contágio por vírus e bactérias presentes no ar.                          

 

Segundo a ONU, a cada ano morrem mais de 1,6 milhões de pessoas no mundo em consequência dessa enfermidade. Alguns estudos evidenciam que a pneumonia é a maior causa de hospitalizações no Brasil e no mundo, com grande número de casos em idosos e crianças menores de cinco anos.

 

Sinais e sintomas

 

  • Tosse persistente (seca ou com secreção);
  • Dispneia (dificuldade de respirar);
  • Dor torácica;
  • Febre;
  • Mal-estar geral;
  • Prostração.

 

Fatores de risco

 

Fumo: provoca reação inflamatória, facilitando a penetração de agentes infecciosos;

Álcool: leva a queda de imunidade;

Ar-condicionado: deixa o ar mais seco;                                                             

Gripes ou resfriados prolongado, além de  mudanças bruscas de temperatura.         

 

Diagnóstico

 

O diagnóstico da pneumonia é bem simples. É necessário fazer exame clínico, ausculta pulmonar com estetoscópio, raio-x ou tomografia de tórax. Exames laboratoriais e até um simples hemograma podem dar indícios de infecção bacteriana no sangue com presença de leucócitose (aumento dos leucócitos), cultura do escarro (coleta da secreção pode isolar identificar o agente bactéria específica, algo muito utilizado para diferenciar pneumonia de tuberculose), e  hemoculturas (geralmente realizadas em pacientes mais graves que necessitam de internação consegue identificar a bactéria  no sangue).
 

Tratamentos

                               

O tratamento é feito pelo uso de antibiótico, suporte clínico e sintomático. Alguns casos precisam de internação hospitalar, principalmente idosos ou crianças com menos de cinco anos, a depender do estado geral do paciente.

 

Prevenção

 

As principais formas de prevenir são básicas: lavar as mãos, não fumar e evitar aglomerações. Também é fundamental estar em dia com a vacinação, recomendada para menores de dois anos de idade. Pessoas com mais de 60 anos, profissionais de saúde, gestantes e população indígena já fazem parte do calendário vacinal, disponível na rede pública.   Aos primeiros sinais e sintomas de estados gripais, fique alerta para possibilidade de evoluir para uma pneumonia. Não se automedique, principalmente com xarope - é muito comum o uso desses remédios melhorarem a tosse mas deixarem as secreções presas nos brônquios, podendo levar a uma broncopneumonia.

 


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