GPS | BEM-ESTAR

Cuidado nunca é demais

COLABORADOR Redação   
|   31/10/2017 19:13 ( atualizada 31/10/2017 19:13)   
FOTO Reprodução Internet   
No último dia de Outubro Rosa, GPS|Brasília deixa alerta: mesmo que raro, é possível ter câncer de mama antes dos 30

Hoje, no último dia do Outubro Rosa, o GPS|Brasília vem falar de um assunto importante e deixar um alerta. Por conta do fato de o câncer de mama ser uma doença que atinge majoritariamente mulheres mais velhas, após a menopausa, jovens tendem a não se preocupar tanto com as visitas ao médico e exames periódicos. Porém, apesar de raros, houve um aumento nos diagnósticos da patologia em mulheres com menos de 30 anos.

 

De acordo com Patricia Schorn, oncologista do Hospital Santa Lúcia, é mais difícil identificar nódulos e alterações em mamas de mulheres mais novas, o que torna ainda mais importantes os cuidados. “Fazer uma consulta médica com intuito da prevenção é fundamental. Além da mamografia, recomenda-se muitas vezes fazer a ecografia e a ressonância mamária”, explica a especialista.

 

 

Despreocupada por conta de sua idade, Aline Silveira ficou surpresa ao ser diagnosticada, aos 28 anos, com câncer de mama. “Durante quatro meses, sentia um nódulo na mama esquerda e achava que não era nada demais. Resolvi ir ao médico e ele pediu uma ecografia. Logo após o resultado, fiz uma biópsia que apontava se tratar de um câncer”, lembra. Hoje, em fase de remissão, Aline ainda precisa tomar um remédio que equivale a uma quimioterapia oral, mas deve ter alta no ano que vem.

 

Sobre o famoso e controverso auto exame, Dra. Patricia é categórica. “A indicação do auto exame é perigosa. O ideal é que a mulher vá ao médico regularmente e faça as averiguações pedidas. O auto exame serve para que a mulher conheça sua mama e identifique mais cedo alguma alteração, mas não substitui a capacidade técnica do médico”, explica.

 

Maternidade pós câncer

 

 

Muita gente não sabe, mas o câncer de mama, salvo raros casos, inviabiliza a gestação de forma natural. De acordo com Hitomi Nakagawa, presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida, quando os óvários não têm que ser retirados em algum processo cirúrgico, eles sofrem danos por conta do tratamento. “Procedimentos como quimio e radioterapia acabam por lesas as células, incluindo as ovarianas”, conta.

 

A solução é que, entre o período do diagnóstico e do início dos tratamentos, a paciente congele os óvulos. Assim, quando tiver alta, ainda poderá ter uma gestação via reprodução assistida. Caso a portadora não faça isso, a única forma de engravidar é partir para o plano B. “Receber óvulos de doadoras é uma opção”, finaliza Hitomi.


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