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Da terra para a mesa

Coletivo Rural busca movimentar mercado com alimentos slow food e de produção local

A busca por uma vida saudável enfrenta várias barreiras no cotidiano. Uma delas é a dificuldade de encontrar alimentos saudáveis, bons e com preço justo nos mercados e mercearias das cidades grandes. Foi pensando nessa dificuldade que a assessora voluntária do movimento Slow Food Cerrado, Sara Campos, criou o Coletivo Rural, canal de comercialização de produtos locais de agricultura familiar em Brasília.

 

A frente do projeto, a brasiliense percebeu que muitas pessoas não consumiam os chamados produtos da agroindústria por falta de acesso. "Aqueles que buscam conhecer esse mercado não tem costume de ir, por exemplo, ao Ceasa às 6h da manhã comprar direto do produtor", observa.

 

Na tentativa de resolver o problema e ajudar esses pequenos produtores, aceitou o desafio e criou o coletivo. "O que eu faço é uma vitrine para essa produção. Vendo em lojas do plano, levo à eventos a céu aberto, como PicniK, e no futuro irei vendê-los também na internet", conta.

 

Com o plano nas mão, juntou um grupo com sete produtores associados ao slow food e começou a produção. Os fornecedores são todos do cerrado e dos arredores da Capital, Lago Oeste, Taboquinha, Padre Bernardo e Norte de MG. "Todos eles têm modo de cultivo sustentável e seguem o conceito slow food, ou seja, alimento bom, limpo e justo", explica Sara.

 

 

Produção

 

Os produtos são variados, e têm como principal origem o cerrado. Entre as opções, grissini de baru, licores de frutas, como araticum, cajuzinho e cagaita, geleia de mangaba, biscoito de jatobá e outros. Os ingredientes que não são do bioma, se destacam o café orgânico local, antepasto de berinjela e molho de pimenta jalapeño.

 

Um detalhe observado pelo coletivo é que, além de ingerir produtos saudáveis e movimentar a produção local, o consumo desses agricultores ajuda as famílias nos períodos de entressafra. "Quando as colheitas estão em alta, o produtor vende, mas nos períodos em que o solo precisa descansar, a única fonte de renda são os produtos de agroindústria", explica.

 

Até então, o Coletivo Rural vende seus produtos na Mercearia Colaborativa, na 412 Norte, e em eventos e feiras da cidade. O plano é iniciar uma venda online já no começo de 2017. "Para o natal, nós estamos produzindo kits com alguns pedidas ideais para o feriado", revela a idealizadora.

 

Lançamento

 

O lançamento oficial do Coletivo Rural promete movimentar a Mercearia Colaborativa amanhã, 17.  Com feirinhas orgânica e de produtores de frutos do Cerrado, o evento contará com degustação de produtos do coletivo e carne de lata servida na hora com os antepastos do agricultor Leo Hamu.  

 

Serviço

Coletivo Rural

Mercearia Colaborativa (CLN 412 Bloco E lojas 4, 6 e 10)

Encomendas: 99209-5309

@coletivoruraldf


 


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