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O poder de Elza

GPS|Brasília bate um papo com Elza Soares, que desembarca hoje na cidade

Uma voz poderosa e uma história de vida de força e de discursos empoderadores. Com o tema Diversidade e Empoderamento, o festival Satélite 061 traz para Brasília a talentosa e icônica Elza Soares. A cantora, que tem mais de 60 anos de carreira, tem em seu discurso o poder do feminismo, movimento negro e a música de periferia, dentro da MPB.

 

Eleita em 2000 como a Melhor Cantora do Milênio pela BBC de Londres, Elza apresenta na Capital, hoje, à 0h30, o show A Mulher no Fim do Mundo, de seu álbum homônimo, lançado em 2015. No disco, fortemente elogiado e premiado pela crítica, ela debate problemas sociais e critica a sociedade sob a ótica da mulher.

 

O GPS|Brasília bateu um papo com a cantora. Confira:

 

Como foi participar da abertura da Olimpíada na Rio 2016?

 

Foi lindo participar da cerimônia. Acho que quem viu gostou bastante! Além disso, tenho uma relação ótima com amigos que também estavam lá, como Caetano Veloso, Gilberto Gil e  Jorge Ben Jor. Foi tudo muito lindo.


Com mais de 60 anos de carreira, qual a lição mais valiosa que tirou da vida?

 

O que aprendi depois de tanto tempo é que continuo aprendendo. Dessa vida ainda não sei nada e na verdade, ninguém sabe. A cada minuto aprendo uma coisa nova e continuará sendo assim, aprendendo sempre.

 

Sobre o seu último álbum, o que significa A Mulher no Fim do Mundo para você?

 

A Mulher no Fim do Mundo não é sobre o fim do mundo de fato, mas o que acontece nesse momento. As letras e as melodias trabalham com o fim do amor e como é para essa mulher estar nesse momento. Esse CD trouxe para mim muita luz e coisas boas. Na produção, me comuniquei com muita gente incrível e trabalhar em cima do álbum me deu uma visão melhor do que é a vida nesse nosso mundo.

 

 

O nome do disco acabou se tornando um título para você também. Por que?

 

Isso eu também me pergunto o porquê. O título foi dado para o disco pelo produtores e acabou que eles o passaram para mim como pessoa também. No final das contas eu adorei e me identifiquei bastante com Elza, A Mulher no Fim do Mundo.

 

Com o sucesso do álbum e dos shows que tem vindo dele, quais são os planos pro futuro?

 

A Mulher no Fim do Mundo está rendendo e ainda promete muito para o futuro. O plano agora é lançar um  DVD e um vinil do disco. Pretendo continuar trabalhando em cima dele e, claro, seguir com os shows.

 

Sobre este final de semana na cidade, o que acha de Brasília?

 

Já cantei na cidade e as expectativas para o show são as melhores. Gosto muito de Brasília e das pessoas que conheço e tenho contato aí. Além disso, Gal Costa irá participar do Satélite 061 e é alguém que tenho muito carinho. Estou bastante animada para o show!


Elza sobe ao palco do Satélite 061 à 0h30, na Torre de TV Digital. A entrada é franca.


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