GPS | TECNOLOGIA

Se liga no Pokémon GO

COLABORADOR Redação   
|   16/07/2016 16:36   
Jogo de celular Pokémon Go já é o mais baixado do mundo e estreita relações do real e virtual

O famoso Pikachu está de volta. Dessa vez, no mundo real. Ou pelo menos é o que propõe o novo jogo da Nintendo, Pokémon Go. O aplicativo de realidade aumentada para celulares virou febre mundo a fora e tem afetado o cotidiano dos usuáros de smartphones

 

O jogo deve ser vivido no mundo virtual e real ao mesmo tempo. Isso é chamado de realidade aumentada. Através da câmaera do celular e do GPS integrado, é possível ver os monstrinhos escondidos no mundo real, podendo assim capturá-los. A tecnologia usada é a mesma proposta pelos esquecidos Google Glasses.

 

Então, se você esbarrar com alguém andando nas ruas que está se guiando pela tela do celular, esse provavelmente é um caçador Pokémon. O objetivo do jogo é capturar bons monstros e treiná-los para batalhas, como uma espécie de competição de treinadores. Uma contagem feita pela empresa Similar Web, mostrou que os jogadores usuários de Android nos EUA passam em média 43 minutos do dia logados no game. A média é maior que a o do Whatsapp, com 30 minutos, o Instagram, com 25 e o Snapchat, com 23 minutos.

 

 

Febre mundial 

 

O game foi lançado no dia 6 de julho e em menos de um mês já é o mais baixado na história dos jogos. Com mais de 7,5 milhões de downloads só nos EUA, ele ultrapassou os queridinhos Tinder, Instagram e Snapchat em popularidade. Segundo o Sensor Tower, empresa de monitoramentos de apps americana, o sucesso gigantesco do game faz com que a Nintendo fature USD 1,6 milhão, em média R$ 5,2 milhões, por dia. Isso fez com que o valor de mercado da fabricante saltasse de USD 19 bilhões para USD 28 bilhões apenas nos primeiros cinco dias de lançamento do jogo. 

 

O jogo foi lançado oficialmente em apenas cinco páises, Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia, Alemanha e Reino Unido. No entanto, os fãs ansiosos pelo app conseguiram burlar a App Store e baixar também em outras regiões, incluindo o Brasil. 

 

Ainda sem data divulgada para futuros lançamentos, os criadores do jogo informaram que pretendem liberá-lo em ainda 200 países. No Brasil o público aguarda ansioso pelo lançamento. Eduardo Paes, prefeito do Rio de janeiro, já está pensando nas Olimpíadas. Ele postou em seu Facebook um convite aos produtores do game. “Alô, Nintendo! Faltam 23 dias para as Olimpíadas Rio 2016. O mundo todo tá vindo pra cá. Venha também!? #‎CidadeOlímpica ?#‎Rio2016 ?#‎PokemonGoNoBrasil”. 

 

Na briga presidencial

 

 

Quem pegou carona na popularidade do game foi o candidato à presidencia americana, Donald Trump. Em sua campanha, lançou um vídeo satirizando a concorrente Hillary clinton, onde ela é capturada por uma Pokébola e tem em sua ficha os dizeres: Costuma ser vista mentindo ao povo americano, burlando o sistema e compartilhando emails secretos. Na categoria de próxima evolução está “desempregada”.

 

Por outro lado...

 

 

O jogo tem gerado alguns problemas desde que começou a ser baixado. O maior deles é a invasão de propriedade privada. Por funcionar com GPS, é preciso ir até onde está o Pokémon para capturá-lo. A regra tem gerado denúncias e problemas com a polícia por invasão. Um jovem na Austrália chegou a  entrar em uma delegacia para tentar pegar um dos monstros. 

 

Além disso, segurança. Ladrões baixam o jogo e vão até onde se encontra um Pokémon e esperam um jogador aparecer. Vulneráveis, as pessoas são assaltadas no ato. 

 

Michael Baker, um americano de 21 anos, foi esfaqueado quando chamou um desconhecido para uma batalha no game. O estranho sacou uma faca e o atingiu no ombro antes de correr. Michael então continuou jogando, e só depois que concluiu a missão, foi para o hospital. 

 

Essa semana, um grupo de pessoas causou histeria ao encontrar um Vaporeon, espécie rara de Pokémon, no Central Park. Confira o vídeo.

 


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